NO JARDIM DO RAPAZ DE BRONZE

NO JARDIM DO RAPAZ DE BRONZE, adaptação da obra “O Rapaz de Bronze”, de Sophia de Mello Breyner Andresen

No jardim do Rapaz de Bronze, nasce um dia um Gladíolo que gosta de festas. Indignado por não ser colhido pela dona da casa para a festa das pessoas, o Gladíolo decide organizar a sua própria festa. Para isso, terá que pedir a autorização do Rapaz de Bronze, o rei do jardim.

Irá o Rapaz de Bronze conceder ao Gladíolo o privilégio de organizar uma festa? E o que colocar nas jarras, se as flores estarão todas a dançar?
 
Esta peça do actus vai levar-nos a um lugar de sonho, um lugar mágico concebido por uma das maiores autoras portuguesas: o lugar de Sophia, o seu jardim de palavras e de aromas, de risos e de estrelas, onde a alegria do ser humano se vem impor à futilidade e às aparências.

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OS LUSÍADAS À CONQUISTA DO MAR LARGO

OS LUSÍADAS À CONQUISTA DO MAR LARGO, adaptação da obra de Camões, “Os Lusíadas”

Desde que, numa praia lusitana, um Velho lhes prognosticou fatalidades, até que, numa ilha longínqua lhes foi revelada a Máquina do Mundo, Vasco da Gama e os seus companheiros viveram peripécias fantásticas, imortalizadas na obra de Camões.

Agora, sete atores preparam-se para pôr em cena "Os Lusíadas" - tarefa épica. Reis, marinheiros, deuses, catuais, bruxos, ninfas, guerreiros, estão prestes a ganhar vida no Teatro.

O palco é uma nau e um oceano, é terra de África e rio da Índia. Mas a plateia também pode ser tudo isso. É tempo de pôr a máscara e embarcar nesta aventura, porque afinal os Lusíadas somos todos nós.

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AUTO DA BARCA DO INFERNO

AUTO DA BARCA DO INFERNO, de Gil Vicente

O tempo, no teatro, foge ao seu sentido arqueológico. O tempo que Gil Vicente põe em marcha com o “Auto da Barca do Inferno” não pertence apenas ao século XVI, mas atravessa todas as épocas.

Acreditamos que ainda hoje aqueles dois juízes, aqueles “pescadores de almas”, Anjo e Diabo, estarão à nossa espera para nos apontar defeitos e virtudes, erros e boas ações.

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PESSOALMENTE

PESSOALMENTE, a partir da obra de Fernando Pessoa e heterónimos

Poderia ser um dia normal, mas é um dia em que Fernando Pessoa se prepara para ser... Fernando Pessoa. Com tudo o que isso implica: o seu nascimento, as suas palavras, os seus heterónimos, os seus gestos quotidianos, o seu tabaco, a sua vaidade, a sua discrição...

Num jogo constante com a mente de Pessoa, as suas máscaras vão-se revelando... ou ocultando.

Nesta encenação do actus, todos os atores são Pessoa, mas cada ator será um singular Ricardo, ou Alberto, ou Álvaro, ou Bernardo... Afinal, onde começa e onde acaba cada Pessoa? 

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FREI LUÍS DE SOUSA

FREI LUÍS DE SOUSA, de Almeida Garrett

Uma cena vazia é um espaço onde tudo pode acontecer. Em volta deste espaço há atores. Dentro dele, há personagens. Entre uns e outros, existe a impressão que é criada na mente do espetador.

Tudo é visível. Em nenhum momento o ator se pode ocultar do olhar absoluto de quem vê. Não há escapatória. Como numa arena onde se digladiam os medos, as dúvidas, as tensões. Onde alguém terá de ser sacrificado. Assim o exigem os deuses. Assim o exige a Tragédia.

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FELIZMENTE HÁ LUAR!

FELIZMENTE HÁ LUAR!, de Sttau Monteiro

O luar põe em cena a morte de um homem. Criminoso ou herói? As palavras de Sttau Monteiro dão-nos um ser humano iluminado e uma sociedade banhada nas trevas; o amor de uma mulher e o medo de homens poderosos; o fanatismo religioso e a honestidade mais pura; a hipocrisia e a amizade.

Gomes Freire é evocado e vive através das palavras de homens e mulheres de um passado não muito distante. Nesta encenação da peça proibida, onde habita todo um povo, o actus questiona o tempo presente, tal como Sttau Monteiro questionava a sua própria época. E planta nas mentes dos nossos jovens uma simples pergunta: podemos mudar o mundo? Esta encenação é a nossa homenagem a todos aqueles que lutaram pela liberdade. 

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Testemunhos de alunos e professores

teatro actus
16 November 2011, 09:12

Alunos da escola da ETP SICÓ Avelar - Nuno Pedro e Miguel Pais

“Fomos ver-vos a representar a peça "Auto da barca do inferno" no dia 16/11/11 e gostamos muito , achamos que os atores representaram muito bem as suas personagens e estavam por sinal muito bem caracterizados. A nossa personagem favorita em cena foi o "Parvo". Parabéns! ”

 

teatro actus
29 February 2012, 08:07

EB 2,3 Dr. António João Eusébio – Moncarapacho

"Olá, ACTUS. Estamos a fazer este comentário no decorrer da aula de Língua Portuguesa. Ontem, 29/02/2012, estivemos em Lagos a assistir à peça "Falar Verdade a Mentir". Primeiramente, parabéns! Gostámos muito. Achamos que a peça foi muito bem representada. Mesmo se não houver uma leitura antecipada, dá para perceber os aspetos centrais. Por outro lado, ficámos muito agradados com a disponibilidade dos atores para, no final, apresentarem algumas explicações. Sem dúvida, foi uma tarde bem passada e motivadora para ler e assistir a mais teatro.Saudações dos alunos do CEF "Apoio à família e à Comunidade". 

teatro actus
10 September 2013, 08:07

Prof.ª Clarisse Medeiros (ETP Sicó)
Auto da Barca do Inferno

“Parabéns! (muitos aplausos de pé:) Já assisti à vossa representação do "Auto da Barca do Inferno" várias vezes e continuo a adorar como se da primeira vez se tratasse. Vocês são maravilhosos e extremamente profissionais! Continuem e até pró ano...”

teatro actus
10 September 2013, 08:07

Maria Clara Fernandes (EB 2/3Guilherme Stephens Marinha Grande)
Falar Verdade a Mentir

"A encenação sucede-se a um ritmo estonteante que nos envolve de forma contagiante.

O texto, difícil ao ouvido desconhecedor, é amplamente completado com toda a expressividade dos actores e actrizes, com a música das suas vozes e com o "bailado" dos seus corpos.

No final, a conversa com o público é uma pedra essencial na estrada que ligará os jovens à expressão dramática.

Parabéns!"